O Sermão da Montanha Parte 2 – Introdução

O Sermão da Montanha é uma das passagens mais famosas das Escrituras. Certas frases são conhecidas tanto por cristãos quanto por não cristãos. “Não julgueis…” “Bem-aventurados os pobres…” “Vós sois o sal da terra…” Embora frases como essas sejam bem conhecidas, com que frequência vemos o Sermão da Montanha em ação? Afinal, se ouvimos e compreendemos a Palavra de Deus, então somos obrigados a praticá-la. Se não o fizermos, somos enganados, vivendo em ilusão espiritual (Tiago 1:22).

Nossa familiaridade com esse sermão atemporal pode ser comparada a uma velha estrada rural: se a percorremos vezes suficientes, deixamos de ser cuidadosos. A direção consciente desaparece porque "conhecemos a estrada como a palma da nossa mão". No entanto, o orgulho é abalado quando nossa imprudência quase nos leva a uma colisão frontal com um caminhão.

Familiaridade e conforto podem ser perigosos quando estamos dirigindo. O mesmo pode acontecer em nossa vida espiritual. Conhecemos o caminho do serviço, da mansidão, de oferecer a outra face, de discernir os falsos profetas, mas será que nos tornamos demasiado familiarizados com as verdades do Sermão da Montanha? Assim como ao dirigir por uma estrada familiar, precisamos ser sacudidos espiritualmente por um caminhão vindo na direção oposta?

Examine seu conhecimento das verdades eternas deste sermão e decida por si mesmo se essa familiaridade gerou apatia e indolência espiritual.