Domingo: Zofar fala: Jó 11:1-20
Zofar acusou Jó duramente de justiça própria e teimosia, dizendo-lhe que ele merecia sofrer ainda mais do que já havia sofrido. Ele afirmava que, se Jó se arrependesse do pecado, seus sofrimentos cessariam imediatamente e a segurança, a prosperidade e a felicidade retornariam. A Bíblia em nenhum lugar garante uma vida “mais brilhante que o meio-dia” para o crente fiel. Pelo contrário, devemos passar por muitas dificuldades para entrar no reino de Deus (Atos 14:22)
Segunda-feira: Jó responde: Jó 12:1-12
Jó condenou a maneira como as pessoas prósperas costumam pensar. Com desprezo, elas olham para os pobres e necessitados, justificando sua falta de compaixão ao presumir que os desafortunados atraíram a adversidade para si mesmos. Ao mesmo tempo, os prósperos se sentem confortáveis com seu próprio estilo de vida porque acreditam que Deus os recompensou por sua fé e retidão. Ambas as suposições são errôneas, pois há inúmeras exceções entre os crentes.
Terça-feira: A Deus pertence a sabedoria: Jó 12:13-25
Devemos crer, como Jó, que Deus é sábio e poderoso e que os seus caminhos conosco são os melhores e mais seguros meios de alcançarmos o nosso bem supremo. (Isaías 40:26, 28; Daniel 2:20; Romanos 16:25, 27)
Quarta-feira: Jó se revolta: Jó 13:1-12
Jó se revolta contra seus amigos. Ele conhece todas as teorias deles sobre o sofrimento, mas também reconhece que elas não se aplicam ao seu caso, pois ele é inocente de pecado. Assim, seus amigos, em seus esforços para defender a Deus, na verdade mentiram sobre Deus. Certamente, quando o Senhor os examinar, seu dogmatismo se provará infundado.
Quinta-feira: A esperança de Jó em Deus: Jó 13:13-28
Eis uma das mais impressionantes declarações de fé na bondade de Deus já proferidas. Independentemente do que Deus permitisse que acontecesse a Jó, qualquer que fosse o fardo que Ele lhe impusesse, mesmo que o matasse, Jó acreditava, em última instância, que Deus não o abandonaria. (Daniel 3:16-18; Romanos 8:37-39)
Sexta-feira: A Brevidade da Vida: Jó 14:1-12
Jó enfatizou a brevidade da vida. Todos são fracos e compartilham uma natureza pecaminosa comum. Ninguém é absolutamente puro. Jó nunca alegou perfeição sem pecado, mas afirmou que seu severo castigo era injustificado. Agora, ele implora a Deus que o trate com menos severidade e com mais compaixão e misericórdia.
Sábado: O Homem Viverá Novamente?: Jó 14:13-22
Jó acreditava que, após sua morte e entrada na sepultura, Deus o chamaria de volta. Jó expressou esperança em uma ressurreição pessoal. (1 Coríntios 15:20; 1 Tessalonicenses 4:16-17)