Visão de Isaías – Lição 1: Devocionais Diários

Devocional diário

Domingo: O Chamado de Deus para a Conscientização: Isaías 1:1-20

A abertura de Isaías apresenta um drama judicial. Deus é o acusador que expõe as acusações de rebelião e corrupção contra Judá (Isaías 1:2-4), utilizando então duas ilustrações vívidas (um corpo ferido e machucado e uma cabana abandonada) para reforçar a mensagem. Duas alternativas de resposta são apresentadas aos réus: a resposta errada, o ritual hipócrita, e a resposta certa, o arrependimento e a transformação de vida.

Segunda-feira: Consequências da falta de arrependimento: Isaías 1:21-31; Deuteronômio 10:12-13; Miquéias 6:8; Tiago 1:27

O drama no tribunal continua com a descrição de Isaías sobre o presente (Isaías 1:21-24) e as consequências da ausência de arrependimento (Isaías 1:25-31). Três ideias principais são apresentadas aqui: (1) a natureza da verdadeira religião em uma vida santa, (2) o plano de Deus de que até mesmo um julgamento merecido tenha um efeito positivo e (3) o perigo da falsa segurança. Se tão somente nos voltarmos para Deus e nos humilharmos diante dele, Ele nos exaltará no tempo certo.

Terça-feira: Por que Deus julga o Seu povo: Isaías 2:1-22

Os cinco versículos iniciais desta passagem representam uma mudança revigorante em relação ao final de Isaías 1. Todas as nações afluirão a Sião, não em busca de poder ou união mística, mas para aprender os caminhos de Deus, e ali haverá paz abençoada. O restante do capítulo expõe o princípio de como a arrogância e o orgulho humanos levam à humilhação completa. Qualquer tentativa do homem de reivindicar glória para si mesmo está fadada ao fracasso. Deus abandonou Judá porque eles estão cheios de sabedoria humana (Isaías 2:6), riqueza e poder humanos (Isaías 2:7) e ídolos feitos por mãos humanas (Isaías 2:8).

Quarta-feira: Como Deus julga o Seu povo: Isaías 3:1-4:1

Isaías agora apresenta duas ilustrações vívidas da arrogância de Judá: a liderança corrupta de Judá e a comparação de Judá a uma mulher bela e altiva, cuja principal preocupação é a aparência e a imagem. Em vez de conceder a Judá uma liderança capaz e eficaz, Deus lhes dará filhos como líderes. Em vez da beleza e da aclamação que Judá almeja, eles serão revelados como doentes e rejeitados. Tal é o resultado final do orgulho e da arrogância humana.

Quinta-feira: Uma promessa além do julgamento: Isaías 4:2-6

Isaías compartilha a bela visão do reino de Deus estabelecido na terra. O “Ramo do Senhor” é um título messiânico para Jesus Cristo, que brotou da árvore aparentemente morta da linhagem de Davi. Deus purificará o seu povo, restaurará a fertilidade da terra e viverá com eles como fez no deserto. Por meio de seu Filho, Deus terá um povo santo. (Isaías 11:1; Jeremias 23:5-6; 33:15-16)

Sexta-feira: Cântico do Julgamento de Isaías: Isaías 5:1-30

Isaías agora canta um cântico amargo de julgamento sobre a vinha de Deus, com suas “uvas bravas e amargas”. Seis ais são pronunciados sobre o comportamento de Judá nos refrões dissonantes (Isaías 5:7-24). Nos versículos finais, Isaías canta sobre os muros da vinha sendo derrubados e “animais selvagens” (nações inimigas) sendo autorizados a destruí-la.

Sábado: A experiência do próprio Isaías: Isaías 6:1-13

O chamado ministerial de Isaías tinha quatro partes importantes: (1) ele viu o Senhor (Isaías 6:1-4); (2) ele viu a si mesmo (Isaías 6:5-7); (3) ele viu a necessidade (Isaías 6:8); e (4) ele viu que a nação estava cega. Deus chama o profeta para proclamar a Palavra, independentemente do resultado. Responderemos da mesma maneira? “Eis-me aqui, Senhor; envia-me!”