Domingo: Sermão na Mochila: Ezequiel 12:1-16
O profeta recebe a missão de representar o papel de um fugitivo escapando de uma cidade sitiada. Ele prepara uma mochila e a deixa a certa distância de sua casa, para mostrar que os líderes de Jerusalém estavam planejando uma fuga. Cavar um buraco na parede de sua casa simbolizava o exército sitiante. Sair pelo buraco em sua casa era um sinal de que os líderes judeus estavam tentando escapar. Mas eles seriam capturados. Tudo aconteceria exatamente como Ezequiel descreveu!
Segunda-feira: Uma Refeição de Medo: Ezequiel 12:17-28
Tremendo e tremendo como se estivesse com medo, Ezequiel come uma refeição simples de pão e água diante do povo. Ele estava ilustrando a terrível condição do povo ainda em Jerusalém, assolado pela fome e pelo medo. O tema da mensagem de Ezequiel era a certeza absoluta e a proximidade do julgamento de Deus sobre Judá. Ele deveria refutar o provérbio que diz: “Os dias se prolongam, e toda visão falha” (Ezequiel 12:22). Em vez disso, o profeta proclama um novo provérbio (Ezequiel 12:25), uma mensagem clara de que a geração atual veria a terrível calamidade do julgamento de Deus.
Terça-feira: Arrogância Profética: Ezequiel 13:1-16
Quatro vezes nesta passagem, Deus declara que os falsos profetas viam vaidade e proclamavam falsidades. Eles falavam a partir de sua própria imaginação — uma inspiração “autoinduzida”. Ezequiel os compara a raposas ou chacais, que viviam como carniceiros no deserto. Eram oportunistas que se aproveitavam da fraqueza e da ignorância de um povo desesperado por esperança e segurança. Eram “operários” que não conseguiram construir nada duradouro — ignorando a Palavra de Deus para substituí-la por suas próprias mentiras (argamassa sem têmpera = cal). Pintaram um quadro brilhante do futuro que logo desmoronaria em devastação.
Quarta-feira: Os Adivinhos de Jerusalém: Ezequiel 13:17-23
As mulheres judias que Ezequiel expõe são, na verdade, “feiticeiras” que praticavam artes mágicas — atividades proibidas aos judeus (Deuteronômio 18:9-14). Elas faziam amuletos mágicos para afastar o mal. Previam o futuro e tentavam as pessoas a comprar seus serviços. Aproveitando-se da crise para benefício próprio, elas exploravam os medos alheios. Em vez de condenar o mal e recompensar o bem, elas abraçavam o mal e negavam a justiça.
Quinta-feira: Falsa Piedade: Ezequiel 14:1-5
Deus diz a Ezequiel que os líderes eram justos exteriormente, mas interiormente eram idólatras. Qualquer coisa que substitua Deus em nossos afetos e obediência é um ídolo. Pode ser riqueza, notoriedade, conhecimento, imoralidade, abuso de substâncias ou uma infinidade de outros males. O resultado é o mesmo: hipocrisia!
Sexta-feira: Arrependimento Pessoal: Ezequiel 14:6-11
Quando as pessoas se recusam a receber a verdade que salva, Deus pode enviar-lhes uma “forte ilusão” para que acreditem em uma mentira (2 Tessalonicenses 2:10-11). A condição do coração de uma pessoa determina como ela responderá à provação de Deus. Uma pessoa não está perdida por causa dos pecados do grupo — Deus chama cada um de nós ao arrependimento pessoal. Devemos nos voltar para Ele de todo o coração.
Sábado: Falsas Esperanças: Ezequiel 14:12-23
Quatro julgamentos são descritos nesta passagem: fome (Ezequiel 14:12-14); feras selvagens (Ezequiel 14:15-16); a espada (Ezequiel 14:17-18); e pestilência (Ezequiel 14:19-20). Mesmo que Noé, Daniel e Jó estivessem com eles (homens que haviam sido testados e provado sua fidelidade), isso não os teria salvado. Não existe "fé emprestada". O testemunho de outra pessoa não nos salvará! Em Ezequiel 14:21-23, os julgamentos de Deus são finalmente compreendidos como merecidos.