Domingo: Elifaz fala: Jó 22:1-11
Satanás e os amigos de Jó concordavam que Jó era um pecador de coração e que obedecia a Deus apenas porque Deus o abençoava. O fato de Jó ainda confiar em Deus depois de perder seus filhos e sua riqueza deveria ter provado a eles que sua fé não era comercial. Elifaz, então, adotou uma nova abordagem, perguntando se a retidão de Jó beneficiava a Deus. Visto que Deus é justo e faz o que é certo, Ele não é influenciado pelas boas ações do homem.
Segunda-feira: Os pecados de Jó: Jó 22:12-20
Elifaz então enumerou pecados que Jó devia ter cometido, e pecados que Jó pensava que Deus não podia ver. Era o mesmo argumento, apenas com uma nova roupagem, e Satanás não poderia ter feito melhor. Elifaz presume que Jó está se aliando aos ímpios prósperos.
Terça-feira: A prosperidade virá: Jó 22:21-30
Elifaz apelou a Jó com uma doutrina tradicional, porém simplista, de arrependimento: se Jó estivesse disposto a retornar a Deus, a receber instrução de sua palavra, a se humilhar e remover o pecado de sua vida, e a abandonar sua confiança nas coisas terrenas e fazer do Todo-Poderoso sua alegria, então Deus certamente o livraria de todos os problemas, suas orações seriam atendidas e o sucesso acompanharia cada um de seus empreendimentos.
Quarta-feira: Jó responde: Jó 23:1-12
Ao longo de toda a experiência de sofrimento de Jó, seu maior anseio era pela presença de seu Senhor. Ele raramente menciona a perda da prosperidade e de seus filhos. Era a perda da presença de Deus que ele lamentava. (Salmo 42:1-2; 63:1)
Quinta-feira: Jó está sendo testado: Jó 23:13-17
Jó sentia-se confiante de que Deus ainda se importava com sua vida e sabia que nenhuma adversidade o desviaria de sua fidelidade a Ele. Jó via seu sofrimento como um teste de sua fé e amor pelo Senhor. Seu teste foi semelhante ao de Abraão, quando lhe foi ordenado que sacrificasse seu filho Isaque (Gênesis 22)
Sexta-feira: Tempos de Julgamento: Jó 24:1-12
O termo “tempos” parece se referir aos períodos especiais durante os quais Deus demonstra Seu poder e justiça, vindicando os justos e punindo os pecadores. Esses “tempos” não podem ser ocultados de Deus, pois Ele os determina. Jó pergunta: “Por que Deus não compartilha esse conhecimento com os justos para adverti-los do juízo vindouro?” (Isaías 2:12; 3:18; Joel 1:15; 2:1, 11)
Sábado: O Julgamento de Deus: Jó 24:13-25
Jó apresentou novamente provas de que nem todos os pecadores são imediatamente julgados por Deus. Jó não negou o fato do julgamento de Deus, mas afirmou que o homem não poderia explicar completamente como Ele age.