O Ministério de Cristo Continua na Galileia – Devocional Diário – Lição 12

Domingo: Parábola da Ovelha Perdida — Lucas 15:1-7.
Na parábola da ovelha perdida, o homem com cem ovelhas representa Jesus, o Bom Pastor. As ovelhas que se desviam são aquelas que se afastam da fé. A parábola foi a resposta de Jesus aos fariseus que murmuravam dizendo que Ele se associava a pecadores. Cristo mostrou que qualquer um deles deixaria as 99 ovelhas no aprisco para ir procurar uma única ovelha perdida. A conclusão aqui é que o valor de um homem é ainda maior do que o valor de uma ovelha. Em vez de criticarem o cuidado de Jesus pelos perdidos, os fariseus deveriam ter procurado também atender às necessidades deles.

Segunda-feira: Parábola da Moeda Perdida — Lucas 15:8-10.
Na parábola anterior, a ovelha se perdeu por causa de sua própria insensatez; nesta parábola, a moeda se perdeu por causa da negligência de outra pessoa. É uma reflexão que nos faz pensar que nossa negligência pode colocar em risco a vida de alguém. Mas a ênfase nesta parábola não está em como a moeda se perdeu, mas na diligência demonstrada para encontrá-la. A mulher procura em todos os cantos da casa e até usa ferramentas, como uma lâmpada e uma vassoura. Ela se esforça muito para recuperar sua moeda perdida. Quando a encontra, convida seus vizinhos para comemorar com ela.

Terça-feira: Parábola do Pai Amoroso — Lucas 15:11-32.
Esta parábola é comumente chamada de “O Filho Pródigo”, mas também poderia ser chamada de “Parábola do Pai Amoroso”, pois revela mais sobre o amor do pai do que sobre o pecado do filho. O pai simboliza nosso Pai Celestial. O filho pródigo é um pecador que, após reconhecer o erro de seus caminhos, se arrepende e deseja retornar ao Pai. As principais lições revelam que nosso Pai Celestial ama Seus filhos mesmo quando eles se afastam Dele. Ele anseia por eles e, quando retornam, há uma alegre celebração no céu.

Quarta-feira: Parábola do Administrador Injusto — Lucas 16:1-18
A parábola do Administrador Injusto é uma advertência de Jesus sobre a fidelidade. Ele explica que quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito. Ele conclui que, se não formos fiéis na administração das riquezas materiais (Mamom), como poderemos receber as verdadeiras riquezas espirituais?

Quinta-feira: A Parábola do Rico e Lázaro — Lucas 16:19-31.
Nesta parábola, Abraão representa Deus, o único que preside sobre o destino dos homens. O rico representa principalmente a liderança religiosa de Israel. Eles vestiam púrpura, simbolizando o favor de Deus, e linho branco, símbolo do sacerdócio sagrado. Lázaro, mendigando à porta da cidade, representa todo o mundo gentio mergulhado no pecado. O desejo do mendigo de ser alimentado sugere a ânsia da alma humana pela verdade.

Sexta-feira: Ofensas e Perdão — Lucas 17:1-4
O homem rico estava preocupado com seus irmãos, temendo que eles seguissem seu exemplo e acabassem perdendo suas almas. Jesus então advertiu contra um estilo de vida que pudesse levar a tais circunstâncias. Viver um estilo de vida que reflita a graça é o objetivo do cristão. Se seguirmos esse caminho, não seremos pedra de tropeço e jamais nos cansaremos de perdoar os outros.

Sábado: Fé e Dever — Lucas 17:5-10.
A declaração imperativa dos discípulos, “Aumenta a nossa fé”, transmite a ideia de que a fé é dinâmica; é um processo, e uma pessoa pode crescer na fé. Sua declaração também reconhece que eles não podem obter essa fé por si mesmos, somente o Senhor pode fortalecê-la. Esses versículos nos lembram que é pecado ignorar o poder da fé e supor que podemos merecer a salvação. Ter fé, exercitá-la e trabalhar para o Reino são deveres esperados de nós como cristãos.