Devocional diário
Domingo: O Comandante de Campo Fala: Isaías 36:1-22
O comandante de campo era o terceiro oficial de maior patente no exército assírio, portanto, a investida contra Jerusalém era de extrema gravidade. Os assírios estavam sitiando Laquis, a cerca de 48 quilômetros a sudoeste de Jerusalém. Todas as outras cidades da Judeia já haviam caído. O verdadeiro conflito encontra-se em Isaías 36:14-20, uma contenda entre o Senhor e o rei da Assíria. De forma insensata, o comandante exalta o rei assírio acima do Deus dos céus, declarando abertamente que Deus não os libertaria.
Segunda-feira: Ezequias se volta para Deus: Isaías 37:1-7
A resposta de Ezequias ao desafio de Rabsaqué é voltar-se para Deus e estabelecer comunicação com o profeta de Deus. A resposta profética de Isaías é de grande encorajamento para Ezequias, prevendo a derrota do exército assírio e a própria morte de Senaqueribe em sua fortaleza supostamente "segura". Deus não permite que a blasfêmia e o escárnio passem impunes.
Terça-feira: A Oração de Ezequias: Isaías 37:8-20
A petição do rei ao Senhor enfatiza o fato de que Deus não é um ídolo, mas sim o “Deus vivo”. Ao contrário dos ídolos, representados com orelhas e olhos, mas surdos e cegos, o Deus de Israel sempre vê o Seu povo e ouve os seus clamores. Ezequias ora com grande confiança de que Deus quer ouvir a sua oração. Um aspecto muito marcante da oração é o seu foco na vindicação de Deus, e não na libertação de Judá. A questão crucial não é a proteção de Jerusalém, mas sim a vitória de Javé, provando que Ele é muito diferente dos falsos deuses das nações.
Quarta-feira: Deus responde ao rei: Isaías 37:21-38
Deus responde à oração de Ezequias por meio de Isaías. A resposta vem em três partes: (1) um discurso a Senaqueribe, (2) uma mensagem a Ezequias e (3) uma declaração proferida “sobre” Senaqueribe. Será que Deus cumpre sua promessa? Em apenas uma noite, o anjo do Senhor mata 185.000 soldados assírios. Após retornar para Nínive, Senaqueribe é morto por dois de seus próprios filhos enquanto adorava seu falso deus, Nisroque.
Quinta-feira: O apelo de Ezequias: Isaías 38:1-8; 2 Reis 20:1-11
Muitas vezes, quando oramos, nossas palavras são corretas, mas nossas motivações são erradas. Muitas vezes oramos de forma egoísta e, às vezes, até tentamos "subornar" a Deus para conseguir o que queremos. Talvez nos esqueçamos de que Deus conhece nossos corações melhor do que nós mesmos. O pedido de cura de Ezequias não se origina de um desejo egoísta, mas sim da necessidade de continuar servindo e completar a restauração espiritual de Judá.
Sexta-feira: O Lamento de Ezequias: Isaías 38:9-20
O lamento do rei é, em grande parte, uma meditação sobre a brevidade da vida e a intempestividade da morte. O rei usa duas figuras de linguagem diferentes para expressar isso: uma “tenda de pastor” e o tecido no “tear” (Isaías 38:12). Assim como a tenda que está sempre sendo movida e o tecido que é retirado do tear, a vida também é breve e impermanente.
Sábado: O Orgulho de Ezequias: Isaías 39:1-8; 2 Crônicas 32:27-31
Apesar de todo o bem que Ezequias havia feito por Judá, ainda persistia o fato de que o rei era humano e, como tal, imperfeito. Aqui vemos uma de suas maiores falhas: seu orgulho tolo que revelou os tesouros de Judá à Babilônia.