Reverência ao Senhor – Devocional Diário – Lição 9

Domingo: Matando o Monstro, Oráculo I: Ezequiel 29:1-16

O Nilo era essencial para a subsistência do Egito — tanto que o rio era tratado como um deus. Hofra é comparado a um crocodilo feroz que guardava as águas da terra, atacando qualquer um que desafiasse suas reivindicações. Seu orgulho (Ezequiel 29:1-5) e sua deslealdade a Israel (Ezequiel 29:6-7) seriam sua ruína. Deus enviaria os babilônios para destruí-los (Ezequiel 29:8-12). Após 40 anos, Deus reuniria os exilados do Egito e permitiria que restabelecessem seu reino, mas este sempre permaneceria diminuído (Ezequiel 29:13-16).

Segunda-feira: Salários Exigidos, Oráculo II: Ezequiel 29:17-21

O extenso e prolongado cerco babilônico à cidade de Tiro representou um enorme custo para o regime de Nabucodonosor. A maior parte da riqueza de Tiro havia sido transportada para fora da cidade pela frota naval antes de seu colapso, e o Egito, inclusive, auxiliou os fenícios nessa transferência. Deus permitiria que as despesas de Nabucodonosor fossem compensadas pela riqueza egípcia! O oráculo culmina com a promessa de restauração da força (o chifre) para a nação de Judá (Ezequiel 29:21).

Terça-feira: Anunciada uma tempestade, Oráculo III: Ezequiel 30:1-19

O oráculo da tempestade tem quatro partes distintas: (1) o anúncio de que a tempestade está chegando (Ezequiel 30:1-5), que traria calamidade sobre o Egito e seus aliados, incluindo Etiópia (Cuxe), Pute (uma nação africana), Lude (Lídia), as nações árabes, Cub (Líbia) e “o povo da aliança”, que provavelmente eram judeus servindo como mercenários egípcios; (2) a desolação do Egito (Ezequiel 30:6-9); (3) o uso da Babilônia por Deus para punir o Egito (Ezequiel 30:10-12); e (4) a impossibilidade de escapar da ira de Deus (Ezequiel 30:13-19). Por que as nações nunca entendem que Deus ama e protege Israel?

Quarta-feira: Quebrando os Ossos, Oráculo IV: Ezequiel 30:20-26

O Egito ficaria indefeso quando Deus quebrasse ambos os seus braços (o poderio militar egípcio). Não seriam aplicadas talas, nem as suas feridas seriam cobertas com bandagens. Os egípcios foram derrotados pela primeira vez em Carquemis, em 605 a.C., quando a Babilônia venceu o faraó Neco (2 Reis 24:7). O faraó Hofra foi derrotado ao tentar ajudar Judá quando Jerusalém foi atacada (Ezequiel 37:5).

Quinta-feira: Derrubando a Árvore, Oráculo V: Ezequiel 31:1-18

O Egito era de fato grandioso, mas foi ofuscado pelo poder da Assíria. O argumento que Ezequiel apresenta neste oráculo é que, se a Assíria foi conquistada pela Babilônia, então a Babilônia também era forte o suficiente para conquistar o Egito. Ele comparou o Egito à grandeza da Assíria (Ezequiel 31:1-9) e, em seguida, descreveu vividamente a queda da Assíria como o corte de uma árvore majestosa (Ezequiel 31:10-14). A metáfora culmina com a descrição do sepultamento da Assíria (Ezequiel 31:15-18).

Sexta-feira: Encurralando o Monstro, Oráculo VI: Ezequiel 32:1-16

Não importa quão poderoso fosse o governante do Egito (como um jovem leão, uma grande baleia ou um dragão do mar), Deus enviaria uma força esmagadora contra ele e o aprisionaria com uma grande rede, permitindo então que as nações vizinhas se banqueteassem com sua carne (riqueza e poder). A queda e destruição do Egito serão tão completas que as nações do mundo ficarão maravilhadas (Ezequiel 32:10) e lamentarão profundamente seu desaparecimento (Ezequiel 32:16).

Sábado: Sepultando o Cadáver, Oráculo VII: Ezequiel 32:17-32

A queda do Egito é tão dramática que Ezequiel recebe a ordem de lamentar por sua vasta multidão, que descerá ao Sheol — o reino dos mortos. A cena é macabra, com outros povos ímpios também no Sheol, todos zombando dos egípcios enquanto estes entram. Na sepultura, todo o orgulho e a beleza são arrancados para sempre.