Reverência ao Senhor – Devocional Diário – Lição 6

Domingo: Três Homens: Ezequiel 18:1-18

Ezequiel refuta o provérbio errôneo de que Deus castigaria os filhos pelos pecados de seus pais (Ezequiel 18:1-4). A verdade é ilustrada ao imaginarmos três homens da mesma família. Começa com um pai justo: um homem que guarda a lei de Deus e não morreria por causa do pecado (Ezequiel 18:4-9). Ele evita ofensas pecaminosas e demonstra virtudes piedosas. Seu filho injusto (Ezequiel 18:10-13) demonstra comportamento pecaminoso e maldade e morrerá por isso. O terceiro homem (Ezequiel 18:14-18) é filho do segundo homem. Ele segue o exemplo de retidão de seu avô. Ele não é condenado por causa da vida de seu pai, mas recebe vida por sua própria virtude justa. A verdadeira questão era: um homem não pode culpar seus ancestrais — Deus o castiga por sua própria maldade.

Segunda-feira: De quem é a culpa?: Ezequiel 18:19-32

Ezequiel mostra que se um homem ímpio se arrepender, viverá (Ezequiel 18:19-23), e se um homem justo voltar a pecar, morrerá (Ezequiel 18:24). O destino de uma pessoa é determinado por suas próprias escolhas. Alguns dos exilados foram ousados ​​o suficiente para culpar a Deus, acreditando que Ele era “injusto”. Mas, novamente, estavam enganados. Quando obedeciam ao Senhor, queriam que Ele cumprisse os termos da aliança que prometia bênção, mas quando desobedeciam, não queriam aceitar as consequências negativas.

Terça-feira: Falhas de Liderança: Ezequiel 19:1-14

Referindo-se aos terríveis fracassos dos líderes de Judá, Ezequiel usou duas imagens: a leoa (Ezequiel 19:1-9) e a videira (Ezequiel 19:10-14). O estilo da linguagem é um lamento fúnebre irônico para os "príncipes" de Israel (evitando propositalmente seus títulos "reais" em tom sarcástico). Israel é visto como uma "leoa" de vida curta, abatida em seu auge, e uma videira outrora frutífera que agora jaz estéril e devastada.

Quarta-feira: Da Escravidão ao Exílio: Ezequiel 20:1-32

Deus leva Ezequiel a dar ao seu público judeu uma lição de história sobre a bondade de Deus e a rebeldia de Israel. A lição começa com Israel no Egito (Ezequiel 20:5-8), passa pelo êxodo (Ezequiel 20:9-10) e termina com o acampamento de dois anos no Monte Sinai, onde Deus manifestou a Sua glória e lhes deu as Suas leis. A provisão divina também foi feita para eles no deserto. Apesar do cuidado de Deus, eles permaneceram obstinados e ingratos!

Quinta-feira: Eu irei!: Ezequiel 20:33-44

As poderosas declarações de "Eu farei" de Deus nesta leitura aplicam-se a Israel como um futuro reino justo. Elas revelam tanto a misericórdia quanto o poder de Deus. Observe cada poderosa declaração de "Eu farei": (1) governar sobre vocês (Ezequiel 20:33); (2) libertá-los (Ezequiel 20:34); (3) conduzi-los ao deserto (Ezequiel 20:35-36, para lidar com o pecado deles e purificá-los); (4) integrá-los à aliança (Ezequiel 20:37); expulsar os rebeldes (Ezequiel 20:38); e (5) aceitá-los (Ezequiel 20:41).

Sexta-feira: A Espada Preparada: Ezequiel 20:45-21:17

Fiel ao Seu caráter e à Sua aliança, Deus castiga o Seu povo pela rebeldia. Ezequiel volta o seu rosto para o sul, referindo-se a Judá e Jerusalém. O fogo representa o julgamento que virá sobre eles. Deus então desembainha a espada (Ezequiel 21:1-7) e a afia (Ezequiel 21:8-17). Ezequiel transmite a mensagem de Deus (1) gemendo como um homem em dor e tristeza, e (2) batendo na coxa e batendo palmas. O julgamento era iminente.

Sábado: A Tarefa Concluída: Ezequiel 21:18-32

Nestes versículos sombrios, Deus orienta o exército babilônico em seu ataque. Os grandes e poderosos seriam humilhados, e os humildes, exaltados. Novamente, Deus aponta para a restauração, pois o Messias é prometido mais uma vez (Ezequiel 21:27).