Por que os justos sofrem? Lição 5 - Devocionais Diários

Domingo: Elifaz responde: Jó 15:1-6

Os amigos de Jó até então não haviam conseguido convencê-lo de que devia haver pecados não confessados ​​e, portanto, não perdoados em sua vida. Aqui começa o segundo ciclo de discursos e a argumentação, com mais tenacidade. Elifaz começa questionando a sabedoria de Jó. Um homem sábio não usaria linguagem sem sentido que pudesse prejudicar a fé de outrem. Elifaz agora denuncia Jó como um homem em iniquidade.

Segunda-feira: Elifaz continua: Jó 15:7-16

Elifaz sustenta que as crenças tradicionais são certamente mais seguras do que as ideias individuais de Jó. Evidentemente, Elifaz considerou seu primeiro discurso como as próprias palavras de consolo de Deus para um homem extremamente perverso. O diabo é, e sempre foi, o acusador dos irmãos. Os três amigos de Jó certamente agem em nome do diabo em sua condenação.

Terça-feira: Jó, o homem perverso: Jó 15:17-35

Elifaz retratou Jó como um homem perverso. Todos nós nascemos em pecado, mas alguns pecadores são piores que outros. Elifaz descreveu o destino dos ímpios: dor, medo, ruídos terríveis, fome, pobreza, escuridão e, por fim, a morte. Elifaz não explicou por que os ímpios parecem prosperar neste mundo enquanto os piedosos frequentemente sofrem. Sua teologia era rígida e inflexível. Ele tinha uma resposta para tudo, mas nenhuma ajuda para Jó.

Quarta-feira: Sem consolo para Jó: Jó 16:1-14

Os três amigos de Jó foram, de fato, consoladores miseráveis. Eles apenas aumentaram sua dor. Se a situação fosse inversa, Jó teria lhes dirigido palavras de força e ajuda em seu sofrimento. Suas palavras o desgastaram e o fizeram definhar, como quando sopra um vento gélido no deserto. (Provérbios 15:4)

Quinta-feira: O testemunho de Jó no céu: Jó 16:15-22

Pela fé, Jó superou suas dúvidas sobre a bondade de Deus, pois declarou que o próprio Deus testemunharia a seu favor, a seu favor. Ele ansiava que Deus intercedesse por ele no tribunal celestial. O desejo de um mediador que falasse com Deus em nossa defesa tornou-se realidade em Jesus Cristo. (2 Coríntios 5:18; 1 João 2:1)

Sexta-feira: O espírito quebrantado de Jó: Jó 17:1-9

Em um estado de profunda tristeza, Jó acreditava firmemente que morreria em breve. Ele se via como um homem abandonado por Deus e alvo do desprezo de seus companheiros. Jó nada podia fazer senão perseverar em sua convicção da justiça de sua causa, mantendo a confiança na justiça divina.

Sábado: Jó perde a esperança: Jó 17:10-16

Jó havia expressado a esperança de que Deus o vindicaria mesmo após a morte, mas essa esperança quase se esvaiu. Tudo o que ele via em seu futuro era um corpo em decomposição, a morte e a sepultura. Mais uma vez, Jó clamou por um representante diante de Deus.