O Último Ministério de Cristo na Judeia e Pereia – Devocional Diário – Lição 4

Domingo: Uma Voz do Céu — João 12:27-33
Você já experimentou uma luta interior, dividido entre trilhar o caminho mais fácil ou servir a Deus? Tenha certeza de que Jesus também enfrentou a fraqueza da sua carne e fez a difícil escolha de fazer a vontade do Pai. O preço final que Jesus pagaria seria uma morte agonizante, mas Ele sabia que esse era o seu destino. Ele desviou o olhar de si mesmo para o Pai e colocou a glorificação do nome de Deus acima de tudo. Pela terceira vez registrada no ministério de Jesus, o Pai fala audivelmente do céu. A reação das pessoas mostra que elas não esperavam o Messias que morreria pelos seus pecados, mas sim aquele que as libertaria da tirania romana.

Segunda-feira: Luz do Mundo — João 12:34-50
Assim como a escuridão é a ausência de luz, a ausência do Messias vivo causaria uma profunda escuridão. Muitos que rejeitaram a “Luz” enquanto Ele estava com eles jamais confiariam nEle. O Senhor havia traçado uma linha na areia para dizer, em essência: “Recebam-Me agora, ou estarão perdidos para sempre”. O trágico é que eles temiam mais os homens do que a Deus. Tomar a decisão por Cristo era uma proposta radical e perigosa. A oferta hoje é a mesma: creia em Cristo, apesar do custo, e receba a vida eterna!

Terça-feira: Questionando a Autoridade de Jesus — Mateus 21:23-27; Marcos 11:27-33; Lucas 20:1-8.
Tentando desacreditar a autoridade de Jesus e destruir sua credibilidade, os principais sacerdotes e anciãos lhe fazem uma pergunta capciosa. Percebendo suas intenções, Jesus devolve a pergunta a eles, questionando-os sobre a autoridade de João: "Se eles admitissem que Deus havia enviado João, estariam enredados, pois não o aceitaram. Se dissessem que João só tinha poder do povo, o povo se voltaria contra eles, pois o povo o recebeu como se viesse de Deus." A verdadeira questão é que esses líderes rejeitaram a Deus — caíram na própria armadilha!

Quarta-feira: Os Dois Filhos — Mateus 21:28-32.
A vinha nesta parábola representa a Nação de Israel. Os dois filhos representam duas classes de pessoas dentro de Israel: o grupo religioso que se considerava justo e os publicanos e pecadores. A multidão religiosa rejeitou o ministério de João Batista, enquanto os não religiosos se arrependeram e foram batizados. Mas aqueles que rejeitaram os ensinamentos de João estavam, na verdade, rejeitando a Deus. De nada adianta falar, se não praticarmos o que pregamos! (Leia Tiago 2:18)

Quinta-feira: Os Lavradores Maus — Mateus 21:33-41; Marcos 12:1-12; Lucas 20:9-19
. Esta parábola é baseada em Isaías 5:1-7. Apesar da bondade de Deus para com Israel quando Ele enviou Seus servos (profetas), eles foram maltratados ou mortos. Em resposta misericordiosa, Deus enviou Seu próprio Filho para restaurá-los. Mas os lavradores agarraram o Filho e O mataram fora do acampamento, apenas para reivindicar a herança. Envolvida na história, a multidão, sem saber, julga seus líderes e a si mesma!

Sexta-feira: A Pedra Angular Principal — Mateus 21:42-46
Para aqueles que rejeitam Jesus Cristo, o Messias, Ele é uma pedra de tropeço, ou seja, rejeitá-Lo é a causa final de sua ruína. Mas para aqueles que O recebem (a Igreja), Ele é a pedra angular. Tudo no edifício é medido e alinhado com essa pedra fundamental principal.

Sábado: A Festa de Casamento — Mateus 22:1-14
O período descrito nesta parábola deve ter ocorrido após a ressurreição de Jesus, pois o Pai ainda convidava o povo de Israel para a Festa, apesar do que haviam feito ao Seu Filho. Mais uma vez, eles rejeitaram o Seu convite, selando assim a sua condenação. O Pai então se voltou para outros, abrindo a celebração a “qualquer um” ​​que quisesse vir. O contexto histórico desta história identifica os servos como crentes que ministravam na igreja primitiva.