Domingo: O Senhor Contrata Trabalhadores — Mateus 20:1-7
Esta parábola mostra claramente que Deus usa trabalhadores para trabalhar em Sua vinha. Que privilégio ser desejado e escolhido para fazer a obra de Deus! Observe que todos os trabalhadores dispostos a trabalhar foram contratados. Alguns foram contratados no início, outros mais tarde, mas todos receberam tarefas importantes para realizar. Deus ainda está chamando trabalhadores para trabalhar para Ele. Deixaremos de lado nossas próprias tarefas e planos para atender ao Seu chamado?
Segunda-feira: O Senhor Paga Seus Trabalhadores — Mateus 20:8-16
Quão generoso é o senhor da vinha! Quando os trabalhadores se posicionaram na fila do pagamento, até mesmo aqueles que trabalharam menos foram recompensados como se tivessem trabalhado o dia todo. Os contratados pela manhã receberam o mesmo salário, mas devemos lembrar que receberam exatamente o que foi combinado. O senhor não foi injusto com eles. Talvez, se tivessem se disposto a trabalhar confiando apenas na generosidade do dono da vinha (como fizeram os outros trabalhadores), teriam recebido mais. Quando viram o que o senhor pagou aos trabalhadores do final do dia, de repente sentiram que mereciam mais. O salário não pode ser confundido com a salvação, pois não a “ganhamos”. Tampouco se trata de recompensas, porque nem todos receberemos a mesma recompensa. Esta parábola trata de nossas atitudes. Faríamos bem em confiar em Deus e pôr fim à autopromoção e à inveja.
Terça-feira: Outra Profecia — Mateus 20:17-19; Marcos 10:32-34; Lucas 18:31-34.
Jesus chama seus seguidores mais próximos à parte para fazer este anúncio vívido sobre a maneira como Ele morreria. Eles precisavam entender o que iria acontecer, pois o restante dos seguidores de Jesus precisaria de forte liderança e encorajamento após a Sua morte. Mas será que eles estavam realmente ouvindo? Quando Jesus é de fato preso no Getsêmani, eles não conseguem acreditar. Após a Sua ressurreição, quando descobrem um túmulo vazio, ficam atônitos. Será que não O ouviram?
Quarta-feira: Advertência contra o orgulho — Mateus 20:20-28; Marcos 10:35-45.
Este pedido de promoção é fruto da ignorância, tragicamente mal direcionado e motivado pelo mesmo desejo orgulhoso demonstrado pelo diabo. Talvez eles não soubessem que o caminho para a coroa passa pela cruz; grande sofrimento e perda precedem a grande recompensa. Eles estavam enganados ao quererem “dominar” os outros. Mas o caminho para reinar no reino de Deus é “servir”. Por fim, ao desejarem a honra de um trono, demonstraram um orgulho repugnante. Jesus usa a presunção deles para ensinar uma verdade importante: a prova da grandeza não está no poder ou na posição, mas no caráter. Até mesmo Jesus foi aperfeiçoado pelo sofrimento. (ver Hebreus 2:9-10)
Quinta-feira: Bartimeu — Mateus 20:29-34; Marcos 10:46-52; Lucas 18:35-43.
Enquanto o mundo muitas vezes demonstra indiferença diante das necessidades humanas, Jesus personifica a compaixão e a misericórdia. Jesus pergunta a Bartimeu o que ele deseja, e o cego responde com profunda fé, sabendo que Jesus pode curá-lo. Há muitos, porém, que simplesmente querem uma doação — encontraram um modo de vida em suas enfermidades. Queremos cura ou esmola?
Sexta-feira: Um Buscador É Encontrado — Lucas 19:1-6
Zaqueu procurou Jesus com o zelo de uma criança empolgada com um desfile, correndo à frente da multidão e subindo em uma árvore para poder ver. Este oficial do governo deixou de lado seu orgulho para buscar o mestre, apenas para descobrir que o mestre o estava procurando. Verdadeiramente, todos os que buscam a Jesus descobrem que Ele os estava procurando!
Sábado: A conversão de Zaqueu — Lucas 19:7-10.
Zaqueu não foi salvo por se dedicar a boas obras, mas por responder a Cristo com fé. Zaqueu não adquiriu “religião” no dia em que Jesus foi à sua casa; ele ganhou um “relacionamento” divino. Surpreendentemente, ao hospedar o Senhor em sua casa, Zaqueu se tornou o convidado de bom grado. Esta é a única maneira de realmente conhecermos o Senhor — não é algo que possa ser manipulado — devemos aceitar o Seu senhorio.