Domingo: A Conspiração Contra Jesus — Mateus 26:1-5; Marcos 14:1-2; Lucas 21:37-22:2.
Jesus frequentemente falava sobre o que iria sofrer; na verdade, sua traição era tão iminente que os líderes judeus se reuniam para planejar os detalhes de como prenderiam Jesus sem causar alvoroço e como, por fim, o matariam.
Segunda-feira: Trinta Moedas de Prata — Mateus 26:14-16; Marcos 14:10-11; Lucas 22:3-6.
Mesmo entre aqueles que consideramos os mais espirituais ou que parecem estar cada vez mais próximos do Mestre, as falhas humanas e as tentações de Satanás podem se insinuar. Se não formos diligentes em manter nosso foco em Jesus, podemos cair nas tentações do pecado. Judas era um dos escolhidos. Ele andava com o Mestre e fazia parte dos doze. Contudo, Judas foi seduzido e afastado do caminho do Mestre pela tentação da prata. Seu amor ao dinheiro o fez desviar-se do seu amor por Jesus.
Terça-feira: Preparando a Ceia Pascal — Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13; João 13:1.
Os discípulos estavam preocupados com o local onde celebrariam a Páscoa. Sabiam que havia preparativos importantes a serem feitos. Aproximaram-se de Jesus com suas preocupações, mas Jesus não se preocupou. Deu-lhes instruções que demonstravam que Ele conhecia todos os detalhes sobre onde passariam a Páscoa e com quem ficariam. Isso revela que nosso Senhor, assim como o Pai, conhece todas as coisas antes mesmo que aconteçam e certamente reforça a afirmação de Jesus de que Ele é o Filho de Deus. Além disso, o contexto da Páscoa possui um profundo significado, considerando que Jesus é o Cordeiro de Deus que foi imolado pelos pecados do mundo.
Quarta-feira: O Servo, Jesus — João 13:2-5.
Em João 13-17, o tema é o Amor. Somente nesses capítulos, a palavra “amor” aparece 31 vezes. Nesses primeiros versículos, Jesus mostrou como servir aos outros é a expressão máxima do Amor. Quando Ele introduziu o símbolo do lava-pés, demonstrou o serviço humilde do Rei dos Reis à humanidade. E, ao continuarmos a participar desse serviço, reiteramos que, como cristãos, seguimos o Seu exemplo e servimos uns aos outros.
Quinta-feira: Lavando os pés de Simão Pedro — João 13:6-11
Os discípulos não perceberam o significado do que Jesus estava fazendo ao lavar seus pés. A princípio, Pedro se opôs, mas quando Jesus explicou que, sem ser lavado, Pedro não tinha parte com Ele, Pedro aceitou o ato com entusiasmo. Mesmo assim, Pedro não entendia o simbolismo da água nem o ato de servidão que a lavagem dos pés representava.
Sexta-feira: Façam como eu fiz — João 13:12-17.
Jesus instruiu seus discípulos que, assim como Ele os havia servido lavando seus pés, eles também deveriam servir aos outros. Os discípulos foram incumbidos de transmitir o amor altruísta que Jesus ofereceu gratuitamente. Diferentemente de outros líderes religiosos da época, Jesus queria que os discípulos rejeitassem o orgulho e a ambição egoísta, e buscassem servir com humildade, gratidão e graça.
Sábado: Anunciando Sua Traição — Mateus 26:20-25; Marcos 14:17-21; Lucas 22:21-23; João 13:18-30.
Mesmo quando Jesus disse a Seus discípulos para amarem uns aos outros, Ele sabia que um deles O trairia. Isso é o cumprimento do Salmo 41, que descreve a traição de um amigo e é uma sombra do método pelo qual o próprio Jesus foi traído. Então, Jesus lembra que Ele tem graça para receber qualquer um que venha a Ele e O aceite — até mesmo o mais vil dos pecadores.