Domingo: A Fé de um Centurião — Mateus 8:1, 5-13; Lucas 7:1-10.
O centurião era um contraste marcante com Jesus Cristo. Ele era um soldado, enquanto Jesus era um homem de paz. Jesus era judeu; ele era gentio. Apesar dessas diferenças, o centurião era um homem de grande fé. Era um homem sob autoridade, que exercia autoridade sobre cem soldados. Apenas dois milagres para os gentios foram registrados por Mateus, e este é um deles. O outro foi a cura da filha da mulher siro-fenícia (Mateus 15:21-28). Ambos os milagres revelam que Jesus ficou impressionado com a grande fé deles. E ambos os milagres foram realizados à distância, um feito que simbolizava um poder incrível para os judeus.
Segunda-feira: O Filho da Viúva — Lucas 7:11-17
Interromper um funeral era uma transgressão flagrante da lei e do costume judaicos; tocar no esquife expôs Jesus à impureza por um dia (Números 19:21-22); tocar no cadáver o expôs à impureza por uma semana (Números 5:2-3; 19:11-20). Mas, no caso de Jesus, a influência foi na direção oposta. A ausência de pecado e o altruísmo de Jesus lhe conferiram uma compaixão extraordinária. Nosso pecado e egocentrismo inibem nossa capacidade de nos importarmos uns com os outros. Disso inferimos, com alegria, que Jesus tem um coração grande o suficiente para as nossas tristezas. Sua compaixão e empatia são reais: “As suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!” (Lamentações 3:22-23).
Terça-feira: Honrando João Batista — Mateus 11:2-15; Lucas 7:18-29.
João Batista foi preso na fortaleza de Maqueronte por denunciar o casamento adúltero entre Herodes Antipas e Herodias. O fato de os líderes judeus não terem feito nada demonstrava não apenas a sua atitude em relação a João, mas também em relação a Jesus, a quem João havia proclamado. Por meio de uma demonstração de poder miraculoso, Jesus confirmou aos discípulos de João que Ele era o Cristo. Depois que eles partiram, Jesus descreveu João como um homem de convicção e grande coragem, e como o maior de todos os profetas.
Quarta-feira: Uma Geração Infantil — Mateus 11:16-19; Lucas 7:30-35.
Jesus citou um dístico que as crianças gritavam umas para as outras quando não queriam participar das brincadeiras, aplicando-o ao comportamento dos fariseus e doutores da lei. Primeiro, reclamaram que João não dançava. Depois, reclamaram que Jesus não chorava. Não havia como agradar à elite religiosa hipócrita, pois eles nutriam uma profunda aversão pela sabedoria divina. Eles demonizaram João e escandalizaram Jesus.
Quinta-feira: Corazim, Betsaida, Cafarnaum — Mateus 11:20-30.
Nessas três cidades, Jesus realizou alguns de seus milagres mais significativos. O Senhor as compara a três cidades gentias muito perversas, cidades que teriam se arrependido se tivessem presenciado os mesmos milagres. Jesus então declarou que o verdadeiro discipulado pode ser desfrutado por qualquer pessoa que venha com fé como a de uma criança.
Sexta-feira: A Descortesia de Simão — Lucas 7:36-39
O convite de Simão a Jesus para jantar foi permeado por uma animosidade desagradável, pois Simão omitiu as cortesias comuns concedidas a qualquer convidado para um jantar. Normalmente, o anfitrião colocava a mão no ombro do convidado e lhe dava o beijo da paz, as sandálias do convidado eram retiradas e seus pés eram lavados quando ele entrava ou enquanto se recostava à mesa, e também eram ungidos com um pouco de azeite: nenhuma dessas gentilezas foi dada a Jesus. Mas havia uma mulher pecadora da cidade que se prostrou aos pés de Jesus…
Sábado: Uma Mulher Perdoada — Lucas 7:40-50
A única maneira de se aproximar de Deus é com fé e arrependimento sincero. A moralidade humana e as boas obras não nos salvarão, nem nos darão o favor de Deus. Todos nós nos desviamos. Todos nós ficamos muito aquém da perfeição. No entanto, como Simão, muitas vezes tentamos nos mostrar melhores do que os outros fazendo comparações. Mas todos nós precisamos do Salvador. Perfeito e sem pecado, Jesus foi crucificado, o perfeito pelos imperfeitos, para que todos pudessem ter vida.