Domingo: A Viúva Persistente — Lucas 18:1-8
Esta viúva enfrentou três grandes obstáculos: 1) sendo mulher, tinha poucos direitos perante a lei da época; 2) sendo viúva, não tinha marido para apoiá-la no tribunal; 3) sendo pobre, não podia pagar subornos. Que esperança lhe restava? Primeiro, ela não desistiu! Além disso, como era desconhecida para o juiz, continuou a apresentar sua defesa até que ele lhe deu razão. Finalmente, embora o juiz fosse injusto, cedeu ao seu pedido apenas para obter paz de espírito. Como eleitos de Deus, temos uma esperança muito maior e todos os motivos para perseverar. Temos acesso privilegiado ao Juiz perfeito. Não somos estranhos a Ele, mas aceitos e amados. Nele, somos ricos além da medida!
Segunda-feira: O Fariseu e o Publicano — Lucas 18:9-14.
Jesus conta esta parábola de dois homens orando no templo para ilustrar a verdadeira espiritualidade. Os publicanos eram considerados ladrões e traidores: aqueles que trabalhavam para o governo romano, extorquindo quantias injustas em impostos de seus compatriotas. Mas Jesus condena o orgulho religioso do fariseu, que estava: iludido quanto à oração (usando-a para dizer a Deus e a qualquer um que o ouvisse o quão bom ele era); enganado quanto a si mesmo (pensando que era aceito por Deus unicamente por suas boas obras); e errado quanto ao publicano, que clamou em verdadeiro arrependimento. Qual desses homens saiu do templo purificado e justificado?
Terça-feira: Jesus sobre o divórcio — Mateus 19:1-9; Marcos 10:1-12.
O divórcio atingiu níveis epidêmicos em nossos dias, porque as pessoas o veem como uma saída fácil. Ao responder aos fariseus, Jesus toca no cerne da questão: Deus planejou o casamento para ser um relacionamento para a vida toda. Portanto, Deus espera devoção e fidelidade mútua, tanto do homem quanto da mulher. Enquanto os fariseus se distraíam com as tecnicalidades do casamento e do divórcio, Jesus os conduziu à intenção original de Deus: o amor comprometido e duradouro.
Quarta-feira: Jesus sobre o Celibato — Mateus 19:10-12.
Todos devem considerar a vontade de Deus para o casamento. Se alguém se casa, a única maneira de cumprir essa união e agradar a Deus é se entregar completamente. Se alguém não pode ou não quer (por qualquer motivo) fazer isso, então, em vez de se casar e ter um casamento medíocre ou ruim, deve permanecer solteiro. A ideia por trás de ser um “eunuco” é a de se abster de todos os prazeres sexuais. Jesus ensina isso, assim como Paulo (veja 1 Coríntios 7), como uma opção viável.
Quinta-feira: As Crianças e o Reino — Mateus 19:13-15; Marcos 10:13-16; Lucas 18:15-17.
Parece que os discípulos de Jesus consideravam as crianças pequenas insignificantes. Esqueceram-se do ensinamento de Jesus sobre grandeza (Marcos 9:36-37). O Senhor não estava ensinando aqui que os adultos deveriam se comportar de maneira imatura (1 Coríntios 13:11), mas que deveriam viver pela fé simples, como as crianças. Devemos entrar no reino de Deus dessa maneira, em desamparo, confiando totalmente na misericórdia e na graça de Deus para nos salvar. Devemos viver pela fé simples (Colossenses 2:6-7).
Sexta-feira: Riquezas e o Reino — Mateus 19:16-24; Marcos 10:17-25; Lucas 18:18-25.
Jesus amava este jovem. Ele tinha boas maneiras, era respeitado pelos outros e tinha grande potencial. Contudo, era superficial em assuntos espirituais, pois confiava nas riquezas para prosperar na vida. O dinheiro pode ser um servo maravilhoso, mas é sempre um mestre traiçoeiro. Multidões serão impedidas de entrar no reino de Deus por causa de um coração cobiçoso. Deus está acima de tudo em sua vida?
Sábado: O Benefício de Seguir a Cristo — Mateus 19:25-30; Marcos 10:26-31; Lucas 18:26-30.
Talvez você já tenha se perguntado, como Pedro, o que ganhamos ao seguir a Cristo? Jamais poderemos dar mais do que Deus dá, mas o que mais interessa a Ele são as motivações do nosso coração. O industrialista R.J. Le Tourneau disse: “Se você dá porque dá dinheiro, não dá!”. Seguimos a Cristo por recompensa ou porque o amamos? Trabalhamos para Ele porque amamos os outros e desejamos vê-los salvos, ou por autoelogio? Deus recompensa o coração sincero e verdadeiro.