Texto bíblico: Lucas 11:1-4
Versículo para memorizar: Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; livrá-lo-ei e o glorificarei. Salmo 91:15
Objetivo da lição: Ampliar a estrutura que Jesus deu para ajudar o crente a desenvolver uma vida de oração consistente e eficaz.
Pontos-chave: - Você deve acreditar que é da vontade de Deus que você prospere. - Uma atitude de falta de perdão e amargura impedirá nossas orações. - A vitória sobre a tentação só é possível se estivermos devidamente equipados e preparados para a batalha.
Dando continuidade ao nosso estudo sobre oração, vamos considerar os outros tópicos abordados no modelo de oração que Jesus ensinou aos seus discípulos. Na lição anterior, exploramos os aspectos do louvor e das prioridades. Nesta semana, vamos considerar a provisão, o perdão e a proteção.
“Dá-nos cada dia o nosso pão de cada dia” (Lucas 11:3). Jeová-Jireh é o nosso provedor. Ele é mais do que suficiente e suprirá todas as nossas necessidades de acordo com as suas riquezas em glória. Devemos crer que é da vontade de Deus que prosperemos. Observe que Deus não se comove apenas com a necessidade. Há milhares, até milhões, de pessoas que são mais necessitadas do que nós. Deus se comove com a nossa fé. Portanto, para receber a provisão de Deus, devemos primeiro garantir que estamos andando em conformidade com a Sua vontade. Certifique-se de que as nossas prioridades estejam corretas. Estar na vontade de Deus inclui comunhão com o Salvador (Tiago 4:7-8) e comunhão com o Seu povo (1 João 1:7). Hábitos de trabalho diligentes e equilibrados também desempenham um papel importante, assim como a obediência em dar.
“E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todos os que nos devem” (Lucas 11:4). Todos nós, em algum momento, carregamos a dívida do pecado. Devemos confessar nossos pecados a Deus porque “ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). O verdadeiro arrependimento requer convicção, tristeza segundo Deus e afastamento do pecado. Contudo, da mesma forma que esperamos que Deus nos perdoe, devemos estar dispostos a perdoar os outros. Uma atitude de falta de perdão e amargura impedirá nossas orações. Aprender a perdoar é um elemento necessário para o crescimento em qualquer relacionamento. O perdão é um ato de vontade.
“E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal” (Mateus 6:13). Este é um trecho vital da oração se quisermos ser vitoriosos sobre o inimigo. Às vezes, somos simplesmente atraídos pela nossa própria cobiça. Outras vezes, o adversário nos escolhe como alvo específico para nos induzir ao pecado. Independentemente da origem, a vitória sobre a tentação realiza várias coisas: (1) aprendemos a resistir ao inimigo, sendo assim fortalecidos e amadurecidos; (2) somos purificados e aperfeiçoados na fé; e (3) Deus recebe grande glória. Contudo, a vitória sobre a tentação só é possível se estivermos devidamente equipados e preparados para a batalha. Precisamos vestir toda a armadura de Deus e construir uma cerca de proteção ao nosso redor. Revestamo-nos da cabeça aos pés com Jesus em oração.
Perguntas e Discussão
- Foque na provisão. Parte de nossas orações envolverá o atendimento de nossas necessidades. Como as seguintes passagens bíblicas se relacionam com a nossa provisão? 1 João 1:7; Mateus 6:33; 7:7; Filipenses 4:6; 2 Tessalonicenses 3:10-12
- Dê ênfase ao perdão. A disposição para se arrepender e perdoar é essencial para vivermos em harmonia com Deus e com o próximo. Discuta o impacto disso em nossa vida de oração. Lucas 11:4a; 1 João 1:9; Mateus 5:46; Provérbios 4:23; Gálatas 5:22-25
- Foque na proteção. A promessa da proteção de Deus é importante. Sob essa perspectiva, como devemos encarar a tentação? Tiago 1:2-4, 13; 2 Pedro 2:9; Juízes 3:1-2
- O que podemos aprender com essas Escrituras sobre nossa proteção contra o mal? 1 Coríntios 10:13; Hebreus 4:15; Salmo 91