Domingo – Perseguidos por Cristo: João 15:26-16:3.
Jesus prediz a perseguição que o corpo de crentes enfrentará após a Sua crucificação. Ele adverte os Seus discípulos sobre os zelotes que acreditam estar fazendo a vontade de Deus ao condenar os seguidores de Jesus, mas não compreendem a revelação de quem Jesus realmente é, aludindo ao papel que Saulo (o apóstolo Paulo) desempenhou na perseguição da igreja primitiva. Jesus aponta para a perseguição que virá para que, quando os Seus discípulos enfrentarem essas provações, se lembrem de que Ele não apenas previu as circunstâncias, mas também os preparou para enfrentar as dificuldades.
Segunda-feira – A Necessidade de Partir: João 16:4-7
É típico da humanidade querer saber todos os detalhes sobre os eventos que estamos prestes a enfrentar, mas nesta passagem os discípulos não pedem a Jesus que esclareça Suas previsões. Eles estão tomados pela tristeza. Deixaram tudo e dedicaram suas vidas conscientemente a segui-Lo, mas Ele agora lhes revela que precisa partir. Isso os choca e os deixa sem palavras! Mas Jesus enfatiza que Sua partida é crucial. Ele sabe o que eles ainda não compreendem: que, ao partir, Ele cumprirá as Escrituras, lhes dará vida em abundância e abrirá o Reino dos Céus.
Terça-feira – A Missão do Espírito Santo: João 16:8-15.
Uma das razões pelas quais a partida de Jesus foi necessária foi para trazer o Espírito Santo. O Espírito Santo trouxe convicção à humanidade, convencendo o mundo do pecado e da natureza do pecado e despertando na alma a consciência da necessidade de justiça, particularmente diante do julgamento iminente. O Espírito Santo trouxe consolo aos corações quebrantados e aflitos, revelando a salvação e o amor infalível de Deus. Além disso, o Espírito Santo tornou-se nosso guia, conduzindo-nos à compreensão da verdade e revelando as coisas espirituais ocultas de Deus ao nosso homem natural. Pelo poder do Espírito de Deus, a obra de Deus é realizada em nossas vidas.
Quarta-feira – Alegria pela Transformação: João 16:16-22.
Jesus comparou o evento de Sua morte e ressurreição ao parto, dando aos discípulos uma estrutura para explicar o que estavam prestes a vivenciar. A palavra usada para a “angústia” da mulher (thlipsis) também é usada para descrever a tribulação (Daniel 12:1 e Sofonias 1:14-15). Mas essa tribulação será sentida apenas por um curto período. Então, sua tristeza se transformará em alegria.
Quinta-feira – “Peçam e receberão”: João 16:23-28.
No versículo 23, a primeira palavra “peçam” é a palavra grega “erotao” (João 16:30), usada para fazer perguntas. A outra “peçam” é “aiteo” (também no versículo 26), que significa suplicar ou peticionar. Jesus está instruindo que seu relacionamento com os discípulos está prestes a mudar. Eles não precisarão mais fazer perguntas a ele, porque o que eles têm perguntado em breve ficará claro. E em breve suas petições a Deus serão feitas “em nome de Jesus”.
Sexta-feira – “Vocês agora creem?”: João 16:29-31
Os discípulos finalmente compreenderam que Jesus fora enviado por Deus. Mas Jesus questiona se, embora acreditassem nisso agora, em tempos de paz, ainda creriam quando as perseguições e tribulações os atingissem. É em meio à crise que nossa fé precisa ser inabalável, declarando: “Sim, nós cremos!”
Sábado – Encorajados na Tribulação: João 16:32-33
Embora os discípulos expressassem fé nEle, Jesus sabia que em breve seriam provados em sua crença. Enfrentariam perseguição por sua fé. Seriam separados pelas circunstâncias da vida e não teriam uns aos outros para se apoiarem. Mas Jesus os encorajou a terem coragem (alegria), porque em Sua vitória sobre o mundo, eles também poderiam experimentar a vitória. Lembrar o que Cristo realizou traz aos Seus seguidores uma esperança tremenda.