6 coisas que Deus odeia e a armadura sétupla de Deus – Lição 3: Derramando sangue inocente

“Nisto se manifestam os filhos de Deus e os filhos do diabo: qualquer que não pratica a justiça não é de Deus, nem aquele que não ama seu irmão.” – 1 João 3:10

das Escrituras Leitura : Provérbios 1:7-19

Introdução

Nada parece mais desperdiçador do que os assassinatos desnecessários de pessoas inocentes. No entanto, isso vem acontecendo desde o princípio, com o assassinato de Abel, até os dias atuais, com as recentes atividades terroristas.

Embora as guerras sejam hediondas, provavelmente o que mais se tem em mente aqui é o assassinato indiscriminado cometido por indivíduos ou grupos. Os exemplos são inúmeros: Caim matou Abel; Davi matou Urias; Jezabel matou Nabote; as inquisições da Idade das Trevas e da Idade Média; os profetas justos que foram mortos simplesmente por trazerem uma mensagem de Deus.

E então, havia Jesus. Ele era sem pecado, sem malícia em sua boca; e, no entanto, os líderes religiosos de sua época o odiavam e o condenaram à morte. Os instigadores do crime são tão culpados como se o tivessem cometido eles mesmos. Quando clamaram: "Que o seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos!", caiu — com grande severidade. Roma, a quem queriam crucificar Jesus, desferiu-lhes o mesmo golpe mortal.

O assassinato de pessoas inocentes não fica impune. Roma caiu. O Sacro Império Romano chegou ao fim. A Alemanha de Hitler caiu e outras nações, grupos terroristas e indivíduos terão um destino semelhante, a menos que se arrependam. Deus defenderá a causa dos perseguidos e das vítimas inocentes (Salmo 94:23).

Para que não pensemos que esses exemplos estão muito distantes de nós, Jesus os torna mais próximos quando diz: "Quem se irar contra seu irmão sem motivo estará sujeito a julgamento". A maneira de impedir o assassinato é impedi-lo em sua origem — o coração. Quando o coração está em paz com Deus, as ações não chegam a causar danos.

da Lição Perguntas

  1. Como ocorreu o primeiro assassinato? Gênesis 4:3-5, 8. Qual foi a causa subjacente? Gênesis 4:6-7.
  2. Que rei ficou conhecido por derramar sangue inocente? 2 Reis 21:1, 6, 16. O que ele fez depois? 2 Crônicas 33:9-16, 18-19
  3. Que rei foi responsabilizado por um assassinato, mesmo não tendo sido ele o autor? 2 Samuel 11:14-17. Por que esse princípio é importante?
  4. Onde a fúria da multidão causou um assassinato? Atos 7:54-60. Como essa raiva poderia ter sido controlada?
  5. O que se diz sobre o ódio para com um irmão? Mateus 5:21-22; 1 João 3:15-16.
  6. Quem são frequentemente as vítimas de crimes? Salmo 10:2, 8-10; Salmo 94:4-6, 21.
  7. Quem defenderá a causa deles? Malaquias 3:5; Salmo 94:1-2, 22-23; Oséias 4:1-3; Deuteronômio 27:24-25.
  8. Que instruções Deus nos dá a respeito da violência? Jeremias 22:3; 1 Pedro 4:15.
  9. O que acontece quando o julgamento contra o mal é adiado? Eclesiastes 8:11.
  10. Como podemos desarmar um inimigo nosso? Mateus 5:33-48; Romanos 12:14, 17-21.

na vida Aplicação prática

A questão de se um cristão deve ou não recorrer à violência física é controversa há muitos anos. O que muitas vezes é ignorado, porém, é que existem muitas outras maneiras de matar e destruir. Quem disse primeiro: "Paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas palavras nunca me farão mal", estava enganado. As palavras podem edificar, complementar, acalmar e trazer paz — mas também podem destruir, ferir o espírito, prejudicar as emoções e afastar as pessoas da verdade que nos liberta. É por isso que Jesus disse: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus". Que ironia que tantos homens e mulheres que jamais agrediriam alguém com os punhos estejam dispostos a causar danos ainda maiores com suas línguas. Deus nos deu o poder de escolher nossas palavras; portanto, escolham com sabedoria, sejam pacificadores.